Em
minha opinião tudo é válido para se ver livre das drogas seja lá qual for a
droga, o que não se pode deixar é o dependente químico se afundar mais e mais
podendo chegar até a morte... Devemos tentar um tratamento novo e até mesmo uma
internação compulsória, se os parentes esperarem o dependente querer se tratar,
em alguns casos isto nunca irá acontecer, sei de mães que chamaram ambulância e
reforço policial em suas casas, a cena foi muito triste e pesada de se ver, mas
graças a Deus deu certo e eles se livraram da dependência das drogas.
Leiam abaixo este artigo com um novo tratamento, se você tiver condições porque não tentar?
um abraço a todos. Aguardem em breve o lançamento do meu segundo livro...
"ALCOOLISMO FEMININO"
Jussara Antunes
Cientistas brasileiros deram um
passo importantíssimo na luta contra a dependência química. Veja informações
sobre como participar da pesquisa. Alan SeverianoSão Paulo
http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2012/06/tecnica-combate-abstinencia-de-dependentes-de-cocaina.html
Pesquisadores brasileiros deram um passo
importantíssimo na luta contra a dependência química. Eles desenvolveram uma
técnica para curar os sintomas da abstinência em quem tenta largar o vício da
cocaína. Nos testes, esse novo método teve resultados surpreendentes.
Uma touca na cabeça, 20 sessões de 12 minutos ao
lado de uma máquina. Quando topou o tratamento experimental, o cabeleireiro
usava 5 gramas de cocaína por dia, já tinha tomado remédios e passado por duas
clínicas de reabilitação.
“Não conseguia ficar nem um dia sem. A vontade de usar era muito grande. Era equivalente a você estar com sede, muita sede, e querer tomar água”, disse o cabeleireiro.
Ele e outros 24 usuários da droga foram submetidos no instituto de psiquiatria da USP à estimulação magnética transcraniana. Uma técnica reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina para o tratamento da depressão.
A máquina gera um campo magnético. No cérebro do dependente de cocaína, ele ativa as áreas responsáveis pelo poder de decisão e pela sensação de saciedade, que ficam comprometidas quando o dependente sente falta da droga.
“O campo magnético faz com que o paciente volte a ter capacidade de decidir em relação ao uso dele, e escolher, e não usar”, afirmou Philip Ribeiro, pesquisador Instituto Psiquiatria USP.
O estudo, o primeiro do mundo de caráter científico a analisar os efeitos da estimulação magnética em dependentes de cocaína, foi bem recebido em congressos internacionais de psiquiatria. Em 80% dos pacientes, houve redução da fissura, o desejo de usar a droga, e também do consumo de cocaína.
Exames de urina comprovaram a mudança de comportamento. O cabeleireiro conseguiu se livrar do vício.
“Hoje em dia eu não tenho vontade nenhuma, não sinto a menor vontade de fazer uso da cocaína nem de nenhum tipo de droga”, revelou o cabeleireiro.
Os pesquisadores dizem que novos estudos são necessários e que é preciso aliar o tratamento a outras terapias para evitar recaídas.
Agora, eles querem repetir a experiência com usuários de crack. Mas fazem uma ressalva: apesar de promissor, o tratamento não consegue reverter um dos efeitos mais dramáticos das drogas.
“A droga precocemente leva a lesões no sistema nervoso, então a capacidade cognitiva, de raciocínio, não se recuperou. Melhora em tudo, menos nisso”, explicou Marco Antonio Marcolin, orientador da pesquisa.
“Não conseguia ficar nem um dia sem. A vontade de usar era muito grande. Era equivalente a você estar com sede, muita sede, e querer tomar água”, disse o cabeleireiro.
Ele e outros 24 usuários da droga foram submetidos no instituto de psiquiatria da USP à estimulação magnética transcraniana. Uma técnica reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina para o tratamento da depressão.
A máquina gera um campo magnético. No cérebro do dependente de cocaína, ele ativa as áreas responsáveis pelo poder de decisão e pela sensação de saciedade, que ficam comprometidas quando o dependente sente falta da droga.
“O campo magnético faz com que o paciente volte a ter capacidade de decidir em relação ao uso dele, e escolher, e não usar”, afirmou Philip Ribeiro, pesquisador Instituto Psiquiatria USP.
O estudo, o primeiro do mundo de caráter científico a analisar os efeitos da estimulação magnética em dependentes de cocaína, foi bem recebido em congressos internacionais de psiquiatria. Em 80% dos pacientes, houve redução da fissura, o desejo de usar a droga, e também do consumo de cocaína.
Exames de urina comprovaram a mudança de comportamento. O cabeleireiro conseguiu se livrar do vício.
“Hoje em dia eu não tenho vontade nenhuma, não sinto a menor vontade de fazer uso da cocaína nem de nenhum tipo de droga”, revelou o cabeleireiro.
Os pesquisadores dizem que novos estudos são necessários e que é preciso aliar o tratamento a outras terapias para evitar recaídas.
Agora, eles querem repetir a experiência com usuários de crack. Mas fazem uma ressalva: apesar de promissor, o tratamento não consegue reverter um dos efeitos mais dramáticos das drogas.
“A droga precocemente leva a lesões no sistema nervoso, então a capacidade cognitiva, de raciocínio, não se recuperou. Melhora em tudo, menos nisso”, explicou Marco Antonio Marcolin, orientador da pesquisa.
O tratamento pode provocar dor de cabeça e tontura,
e não é indicado para quem usa marcapasso ou é epilético.
Há vagas para dependentes que quiserem participar
da segunda fase da pesquisa, no Instituto de Psiquiatria da USP.
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