Estômago: alteração da absorção gástrica; o organismo não se abastece de vitaminas e sais minerais; inflamações como a gastrofagite, varizes no estômago, câncer.
Fígado: desequilíbrio das funções hepáticas, embriaguez com pequenas drogas; hepatite, cirrose, câncer.
Pâncreas: pancreatite, necrohemorragia, diabetes, cavidades.
Sistema circulatório: arteriosclerose, anemia.
Coração: insuficiência cardíaca
Pulmões: fungos, abcessos, pneumonia, tuberculose.
Sistema Imunológico: carência de vitaminas B12, B6 e B2 e de ferro; baixa resistência a agentes agressores externos.
Olhos: visão dupla; cegueira por falta de vitamina A.
Sistema ósseo: enfraquecimento por falta de vitamina D; maior possibilidade de fraturas.
Sistema nervoso central: degeneração e destruição das células cerebrais; crises convulsivas; demência; morte.
Pernas: atrofia muscular.
Vida sexual: enfraquecimento dos espermatozóides, atrofia testicular, esterilidade, impotência.
Comportamento: perda de interesse a tudo o que não seja bebida: família, trabalho, alimentação, aparência, dinheiro, etc.
Síndrome de Abstinência: células se ressentem da falta de álcool; tremores, náuseas e vômitos na ausência da bebida; insônia; delírios (delirium tremens).
O Dr. Robert Fleming, um dos líderes da Organização Mundial de Saúde, diz: “A maioria dos alcoolistas não são casos psiquiátricos”.
A conclusão de um relatório de 56 páginas, da Organização Mundial de Saúde, diz:
“Primeiro: ninguém é imune ao alcoolismo. Segundo: a única solução é a abstinência total”. O relatório inicia-se com esta afirmativa: “O álcool é veneno para o sistema nervoso. Por ser solúvel na água e na gordura, ele invade as células nervosas. A pessoa pode tornar-se alcoolista sem jamais mostrar sintomas de bebedice.”
A conclusão de estudos realizados pelo Dr. Edwin H. Sutherland, da Universidade de Indiana, foi semelhante: “O alcoolista pode ser um tipo triste ou alegre, introvertido ou extrovertido. Em resumo, pode ser qualquer pessoa.”
Concluímos que o alcoolismo começa com pequenos aperitivos sociais, e não com um problema de personalidade. Para compreendermos esta verdade, precisamos compenetrar-nos de que todas as bebidas alcoólicas: vinho, cerveja, uísque, contêm álcool etílico, uma droga que vicia.
A bebida alcoólica, conforme Frederico Rogério Colares de Vasconcelos:
“Num contexto real, o álcool mata mais gente, leva muito mais gente à loucura do que qualquer uma das drogas que nos amedrontam tanto. É preciso portanto denunciar a hipocrisia de uma sociedade que tolera e mesmo encoraja o uso de álcool, mesmo sabendo que os problemas de escravidão, de dependência física ou psicológica são quase os mesmos para o toxicômano e para o alcoolista.”
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