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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

CANTORA AMY JADE WINEHOUSE



As drogas e o álcool transformaram a belíssima e talentosa cantora Amy Jade Winehouse num lixo humano! No inicio, linda e radiante... Amy Winehouse a bela que foi destruída pelas drogas!

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Blitz da lei seca vai flagrar quem usa maconha e cocaína


Entre a noite desta sexta-feira e a terça-feira de carnaval, o governo do Estado vai testar nas ruas da capital um novo modelo de blitz para fiscalizar a lei seca. Além de novos equipamentos para flagrar motoristas bêbados, como câmeras de vídeo, policiais de São Paulo terão, pela primeira vez, aparelhos capazes de detectar se o motorista consumiu também maconha ou cocaína.
Os equipamentos - inéditos no País - serão usados caso o policial suspeite do consumo de drogas. Para o teste, são coletadas gotas de saliva do condutor. Diferentemente do álcool, não é preciso aferir a quantidade de outras substâncias psicoativas no corpo: pelo artigo 306 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), qualquer valor é suficiente para indiciar o motorista por crime de trânsito, que pode pegar pena de 6 meses a 3 anos de prisão, além de perder a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) por um ano e pagar multa de R$ 1.915,40.
A ressalva, segundo o presidente da Comissão de Trânsito da seção paulista da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP), Maurício Januzzi, é que, assim como o bafômetro e o exame de sangue, o motorista não é obrigado por lei a fazer o novo teste antidrogas.
Mudanças
Os novos aparelhos são apenas uma das mudanças na blitz da lei seca. O governador Geraldo Alckmin vai assinar hoje um decreto que rebatiza a fiscalização como Operação Direção Segura. No lugar de uma operação conduzida basicamente por policiais militares, as novas blitze terão também delegado e escrivão da Polícia Civil, peritos do Instituto de Criminalística e agentes do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) e de seis secretarias de Estado. Serão, ao todo, 17 pessoas por operação. "A diferença é que toda a operação estará concentrada em um lugar só. Hoje, a cada motorista flagrado, é preciso que três, quatro policiais o acompanhem até a delegacia. Com o tempo, a blitz acaba se desfazendo", explica o presidente do Detran, Daniel Annenberg.
A ideia do Palácio dos Bandeirantes, conforme o Estado antecipou em novembro, é que o indiciamento do motorista infrator ocorra na mesma noite do flagrante da bebedeira. A documentação do motorista e a situação do veículo (em relação ao pagamento de IPVA e licenciamento) também serão fiscalizadas nas operações.
Outra novidade é que os policiais vão usar câmeras de vídeo, cujas imagens passaram a ser aceitas como prova de embriaguez desde o fim do ano passado, e foram treinados para notar os sinais de embriaguez definidos pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran).
Além disso, cadeirantes vítimas de acidentes de trânsito farão ações de conscientização sobre os riscos de dirigir sob efeito de álcool e outras drogas. Eles também vão atuar em bares, baladas e restaurantes.
O piloto do novo programa só deverá ser implementado no resto do Estado após o carnaval. Annenberg diz que, em uma segunda etapa, ainda neste ano, as blitze terão vans com computadores da Secretaria de Estado da Fazenda para que motoristas que estejam sóbrios, mas tenham pendências financeiras com o veículo, possam acertar suas contas. "Às vezes, o cidadão que não é bandido e está com a família fica a pé à noite por causa disso."
2 perguntas para: Dirceu Rodrigues Alves Jr., médico especialista em trânsito
1. Há diferença, para a segurança do trânsito, se o motorista bebeu ou usou maconha ou cocaína? Todas as drogas alteram a capacidade cognitiva, motora e sensitiva. As três drogas atrapalham, mas as ilícitas podem causar até alucinações. As drogas são uma grande agressão ao corpo e a pessoa não tem nenhuma condição de dirigir sob efeito delas - e isso inclui o álcool.
2. Há estatísticas sobre consumo de drogas por motoristas? Sim. Há relatos sobre motoristas nas rodovias que antes bebiam e agora usam maconha, porque a droga não aparece no bafômetro. E o consumo é maior entre os jovens que vão para as festas de carnaval. E lá consomem também álcool.
Também está na mira venda de álcool para adolescentes
A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo vai fazer operação especial no carnaval para fiscalizar a proibição de venda de álcool a menores de idade, mesmo acompanhados dos pais ou responsáveis. As blitze vão de hoje a terça-feira.
Agentes das Vigilâncias Sanitárias estadual e municipal e do Procon-SP, a maioria à paisana, vão fiscalizar bailes de carnaval, casas noturnas, bares e outros estabelecimentos que ficam em ruas por onde passam blocos, cordões e trios elétricos. O sambódromo do Anhembi e imediações também estão na mira.
A vigilância será intensificada ainda no litoral, em quiosques de praia e estabelecimentos. Os fiscais também vão checar o cumprimento da lei antifumo.
Os estabelecimentos infratores receberão multa de até R$ 96,8 mil, além de interdição e perda da inscrição no cadastro de contribuintes do ICMS.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

BEBIDAS ALCOÓLICAS NA MÍDIA



Os efeitos das propagandas de bebidas alcoólicas parecem ser cumulativos. Ou seja, a exposição ao longo do tempo a variadas propagandas sobre o produto acaba por influenciar a avaliação que as pessoas fazem sobre o seu consumo (atitude), os riscos implicados, o grau de aceitação social.
Bebidas alcoólicas na sociedade brasileira
mativa da quantidade de álcool consumida habitualmente pelas outras pessoas.
Estudos que avaliaram o impacto das propagandas de bebidas alcoólicas mostram que elas influenciam a maneira como as pessoas percebem os riscos destas substâncias, reforçando as atitudes positivas frente ao álcool
e ao seu consumo. Com relação ao público infantil, crianças expostas à propaganda na TV também desenvolvem uma crença positiva maior sobre consumir álcool e uma maior expectativa de consumi-lo quando adultas.
A mídia, ao mesmo tempo em que nos informa, ultrapassa a sua responsabilidade social, tornando-se fonte de muitos equívocos e desinformações, devido ao seu comprometimento com o mercado de anunciantes.
Certamente você lembra quando, há alguns anos, foram introduzidos motivos infantis, tais como lebre, tartaruga e siris nas propagandas de bebidas alcoólicas, num claro apelo dirigido às pessoas nessa faixa de idade. Isto,
felizmente, tem se modificado, mas o apelo da mídia ao consumo de bebidas`alcoólicas ainda continua muito intenso e dirigido ao público jovem.
O Brasil ainda não é um país que se situe na escala mais elevada de consumo de álcool, embora o consumo venha se elevando a cada ano e, mais grave, a população jovem começa a consumir com menos idade.
Associado à violência, não raro, o álcool se apresenta como um perturbador cultural de grande eficácia. São os finais de semana e feriados, precisamente, aqueles em que se registram os maiores índices de consumo
de álcool, acidentes de trânsito provocados por abuso e também expressam os índices mais elevados de violência, notadamente, o homicídio, este responsável por 50 mil mortes no País por ano.
Brigas verbais e agressões físicas são freqüentes em ambientes em que se consome álcool. Mesmo em ambientes familiares, o consumo desmedido atua como fator de desagregação grupal, levando a agressões das mais leves às mais graves, produzindo tragédias em decorrência do estado alterado de consciência, sob o domínio de uma natureza estranha provocada pela embriaguez.
Muitos acontecimentos violentos e rupturas sociais estão relacionados ao abuso de álcool. Dentre eles, merecem particular destaque os homicídios e os acidentes de trânsito, inclusive os atropelamentos. Nesses eventos, na maioria das vezes, os níveis de álcool no sangue tanto das vítimas como dos autores estão acima dos níveis de segurança pessoal.