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sexta-feira, 29 de junho de 2012
quinta-feira, 28 de junho de 2012
Dez anos depois de implementar lei de fechamento de bares, Diadema reduz homicídios em 90% Agência Brasil
Bruno Bocchini e Flávia Albuquerque
Repórteres da Agência Brasil
São Paulo – Dez anos depois de implementar a Lei 2.107/02, que ficou conhecida como Lei de Fechamento de Bares, a cidade de Diadema, na Grande São Paulo, registrou uma redução na taxa de homicídios de 90,74%. Apontada pela Organização das Nações Unidas (ONU) como uma das dez melhores políticas públicas de combate ao consumo de álcool, a lei, junto com outras políticas públicas, foi determinante para a diminuição no número de homicídios em Diadema. A cidade em 1999 tinha a maior taxa de assassinatos do estado de São Paulo,102,8 mortes para cada 100 mil habitantes e, em 2011, reduziu esse índice para 9,52 para cada 100 mil habitantes.
“A gente tinha um diagnóstico de que os homicídios ocorriam das 23h às 4h da manhã e que tinham uma intercorrência muito grande com episódios em bares. Fizemos um corte radical de fechar os bares. Mas não foi só isso, a lei estava dentro de um plano municipal. Intensificamos as políticas para adolescentes, para mulheres, as políticas de educação”, conta a secretária Nacional de Segurança Pública, Regina Miki, que era secretária de Defesa Social de Diadema quando a lei foi implementada.
Regina explica que a legislação foi precedida de um amplo diagnóstico das causas dos homicídios na cidade e que a replicação da lei em outras cidades pode não produzir os mesmos resultados. “Temos de criar leis para cada situação. Diadema necessitava dessa lei, mas eu creio que outras cidades talvez não necessitem. Não posso dizer que uma lei nacional para fechar bares traria resultado”, diz.
Segundo a prefeitura, a maioria dos assassinatos na cidade, antes da aplicação da lei, ocorriam a partir de brigas, acertos de contas e por débito no tráfico de drogas. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o município tem 386 mil habitantes.
“O grande mérito da lei de Diadema foi a forma como ela foi construída e implementada. Foi feita a partir de um trabalho de discussão com a sociedade. Outro mérito é que ela foi de fato aplicada. A fiscalização foi e é constante”, diz Carolina Mattos Ricardo, coordenadora de Gestão da Segurança Pública do Instituto Sou da Paz .
Carolina diz que a lei não teria produzido sozinha resultados positivos. Ela destaca a implementação de outras políticas públicas que, em conjunto com a nova legislação, fez reduzir a taxa de homicídios. “Diadema foi uma das cidades onde mais se recolheu armas de fogo em 2004 e 2005. Não é só a lei sozinha, houve um investimento forte em melhoria da polícia, empráticas preventivas e outras ações”.
Entre as diversas políticas públicas de segurança implantadas na cidade estão a criação do Centro Integrado de Videomonitoramento, o Serviço de Mediação de Conflitos e três planos Municipais de Segurança, o último lançado em novembro de 2011, que tem como meta, para os próximos cinco anos, estabilizar a taxa de homicídios em um dígito por grupo de 100 mil habitantes.
A polícia utiliza de seis a 15 agentes e de três a oito fiscais da prefeitura para monitorar a aplicação da lei na cidade, que tem cerca de 30 quilômetros quadrados. Desde 2002, foram fechados 32 estabelecimentos que descumpriam a legislação e notificados cerca de 3 mil.
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sexta-feira, 22 de junho de 2012
Estudo britânico aponta que maconha é mais nociva que tabaco -
Gazeta Online
Há quem duvide,
mas a maconha é tão prejudicial à saúde quanto o tabaco. E, dependendo da
quantidade consumida, até mais. Mas muita gente ainda acredita que a droga
não causa tantos malefícios assim, como aponta a pesquisa feita recentemente
pela Fundação Britânica do Pulmão (BLF, na sigla em inglês).
Eles ouviram
cerca de mil pessoas e constataram que um terço dos entrevistados acredita
que essa droga nem causa danos à saúde. Um resultado alarmante, de acordo com
os médicos especialistas, já que a maconha causa câncer, danos à libido
sexual e ainda pode antecipar uma esquizofrenia.
"Mesmo com todas as químicas usadas durante a produção do cigarro
de tabaco, o de maconha ainda consegue ser mais danoso à nossa saúde, ainda
mais se for considerada a quantidade que se fuma. O malefício de um baseado
pode ser comparado com o dano provocado por um maço inteiro
de cigarro comum", alerta o médico João Chequer, especialista em
dependência química de álcool e outras drogas.
Quantidade
No cigarro de maconha, encontra-se cinco vezes mais monóxido de carbono e quatro vezes mais alcatrão, segundo o estudo levantado pelo BLF, do que no de tabaco. Além disso, ao se fumar a maconha, a inalação da fumaça é bem mais profunda, se comparada com a inalação do outro cigarro. Esse contato mais prolongado potencializa a intoxicação.
"Além de
bronquite, tuberculose e câncer de pulmão, a maconha ainda pode atrofiar os
testículos e os ovários, reduzir a libido e causar esterilidade masculina e
feminina. Em casos mais extremos, até antecipar a esquizofrenia de quem tem
tendência à doença", frisa Chequer. Dados
Mesmo com todos esses riscos à saúde, o reconhecimento desses malefícios ainda é pequeno por parte da população. A mesma pesquisa feita pela BLF apontou que 88% dos entrevistados pensavam que o tabaco seria mais prejudicial que a maconha, sendo que é o oposto.
O desconhecimento ainda é maior entre os jovens,
principalmente os que têm até 35 anos de idade. O estudo mostrou que 40%
deles acreditam que maconha não faz mal algum ao organismo.
Os malefícios Doenças
do pulmão.
Assim como o cigarro feito de tabaco, a maconha também causa câncer de pulmão, tuberculose e demais complicações respiratórias Mais tóxico O cigarro de maconha tem cinco vezes mais monóxido de carbono e quatro vezes mais alcatrão do que o cigarro de tabaco
Exposição ao uso
Além disso, uma tragada do cigarro de maconha mantém a fumaça por muito mais tempo preso no organismo em comparação à do cigarro comum Quantidade Por esse motivo, acredita-se que um cigarro de maconha tenha o mesmo grau tóxico que um maço inteiro, com 20 cigarros de tabaco
Esterilidade
Além de cancerígena, a maconha ainda pode causar esterilidade, principalmente nos homens. A droga também atrofia testículos e ovários, além de reduzir a libido Esquizofrenia O uso dessa droga também pode disparar a esquizofrenia em pessoas com tendência a ter a doença
Estudo de Londres
O desconhecimento dos malefícios da maconha foram apresentados pela Fundação Britânica do Pulmão (BLF, na sigla em inglês), que ouviu cerca de mil pessoas, em pesquisa recente
88% dos
entrevistados disseram à Fundação Britânica do Pulmão que o tabaco é mais
prejudicial.
40% com até 35
anos acreditam e defendem que a maconha não é prejudicial à saúde.
Fonte: A Gazeta
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quinta-feira, 21 de junho de 2012
ORAÇÃO DA SERENIDADE
Concedei-nos, Senhor,
a Serenidade necessária
para aceitar as coisas que não podemos modificar,
Coragem para modificar aquelas que podemos,
e Sabedoria para distinguir umas das outras
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Dependentes químicos abandonam tratamento em 77% das internações
Estudo foi feito em 2011 com seis comunidades que atenderam 500 pessoas.
Apesar de elevado, índice caiu em relação a 2010, quando atingiu 95%.
Apesar de elevado, índice caiu em relação a 2010, quando atingiu 95%.
Do G1 Araraquara e Região
Um levantamento do Conselho Municipal Antidrogas (Comad), de Araraquara (SP), revela que 77% dos dependentes químicos não conseguem finalizar o tratamento que dura nove meses. Apesar de elevado, o índice registrado é menor que em 2010, quando atingiu 95%. Com esses dados, o conselho prende traçar novas estratégias para que mais pessoas consigam terminar o tratamento.
A pesquisa foi feita de janeiro a dezembro de 2011. Foram ouvidas seis comunidades terapêuticas, que atenderam mais de 500 pessoas no período. O levantamento mostra ainda que a maioria dos internos tinha entre 25 e 27 anos.
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